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Democracia sem imposição

Recebi algumas críticas, inclusive aqui no blog, porque falei da realização do sonho de todos os brasileiros (ver post de 17 de abril), mesmo sabendo que há uma parcela que não concorda com esse processo de impeachment. Também recebi críticas por, sendo vice-presidente do partido, não ter imposto que toda a bancada votasse conforme minha opinião.  Não cabe a mim impor nada a eles, que foram eleitos pelo povo, e é a esse povo a quem devem satisfação. Não tenho direito algum de fechar questão sobre o assunto, de impor nada a ninguém.  Até porque não seria justo com os outros 30% da população que não concorda com o impeachment, que pensa diferente de mim. Esses deputados representaram essa parcela de brasileiros. Dentro do nosso partido prevalece a democracia, cada um tem legitimidade para lutar por aquilo em que acredita. O meu papel vai ser sempre de tentar persuadi-los com argumentos, com convicção, mas jamais por imposição. A todos aqueles que tentaram me forçar a obrigá-los a seguir meu voto, digo que não o fiz e jamais o farei. Nunca! No PTN sempre haverá o direito legítimo de cada um da bancada representar aqueles que o elegeu. A gente pode achar que a situação de São Paulo é igual à da Bahia, mas não é mesmo, por isso o nosso deputado votou contra o impeachment, convicto e consciente de sua decisão e da realidade de seu povo. Enfim, nessa cultura de ódio que se formou em torno dessa questão, apesar de todas as pressões sofridas, ressalto mais uma vez: que não fiz e jamais farei imposições dentro do partido. Aqui, a democracia tem a palavra final!

abr 17, 2016 - Sem categoria    2 Comentário

Sim, pelo Brasil!

renata orientacaoAcabo de fazer a orientação de bancada nessa sessão histórica na Câmara. Estava muito emocionada, admito, pela importante e inesquecível  participação neste momento, quando estamos decidindo o futuro do Brasil. E a posição do PTN, que é leal a seu povo, aos brasileiros, não poderia ter sido diferente do clamor desta Nação: SIM ao impeachment!

Virando o placar pra valer

Acabo de participar de uma entrevista coletiva, no salão verde da Câmara, onde anunciamos a aliança entre PTN, PHS, PSL, Pros e PEN. Juntos, somos 30 deputados federais, 26 favoráveis ao impeachment. Até domingo, esse número pode subir ainda mais. Tenho comigo a sensação que esses votos, provavelmente, decidirão o processo na Câmara tão almejado pelo povo brasileiro. Na conversa com os jornalistas, fiz questão de deixar bem claro que nosso grupo representa o povo e a ele deve lealdade. Não buscamos decidir por um Brasil vermelho ou azul, de direita ou de esquerda, do Norte ou do Sul. Nossa missão é maior. Queremos devolver à população o poder e a esperança, e que juntos nós podemos decidir por um Brasil ainda melhor!

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Entrevista coletiva no salão verde da Câmara: aliança de cinco partidos

Calo na língua

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Aqui, a temperatura continua altíssima. Um caldeirão de água fervendo em cada cantinho da Câmara. Muitas articulações ocorrendo em cada centímetro do Congresso. Ontem passei o dia inteiro conversando, chamando deputado por deputado, convencendo-os a votar pelo impeachment. Muito trabalho. Estou com calo na língua de tanto falar, argumentar e convencer. Conseguimos reunir um grupo legal, do PTN, do PHS, do Pros, do PSL e do PEN, pra que a gente faça uma frente de apoio ao impeachment e consiga essa vitória no domingo. E esse grupo só tende a crescer.

 

Café quase almoço da bancada

Fizemos um café da manhã com a nova bancada do PTN e, como já escrevi, conseguimos trazer parlamentares de vários partidos que acreditam no nosso projeto para um novo País. O encontro serviu para discutirmos as questões que estão tramitando na Casa. Uma delas é a composição das comissões permanentes, a serem definidas na semana que vem. A Câmara tem 23 comissões permanentes, que discutem e votam projetos de leis que serão apresentados em plenário, emitem opinião técnica sobre o assunto, por meio de pareceres, além de decidir, aprovar ou rejeitar proposições sem a necessidade de passarem depois pela votação em plenário. Para a formação de cada uma, respeita-se o Regimento Interno da Casa, que estabelece a representação proporcional dos partidos e dos blocos parlamentares, incluindo-se sempre um membro da Minoria, mesmo que pela proporcionalidade não lhe caiba lugar. A escolha da presidência é feita do maior para o menor bloco representativo. Na última eleição, como nosso partido era pequeno, a gente não teve direito a nenhuma presidência, mas agora é bem possível que isso ocorra. Então, o café da manhã com a nossa bancada foi para definirmos os nomes que seriam indicados para as comissões, assim como quem iria ser o líder do partido, o líder do bloco. Estamos construindo um partido onde todos tenham oportunidade, até porque muitos saíram de legendas grandes porque eram apenas mais um, onde não podiam construir nada porque não eram ouvidos. O nosso objetivo é buscar o sonho de cada um. Enfim, com todo mundo falando, discutindo, concordando, discordando, de maneira bem democrática, o café da manhã terminou quase na hora do almoço (rs), mas foi muito gostoso, embora o tempo não tenha sido suficiente para debatermos tudo.

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Bancada do PTN se reúne para discutir questões em pauta na Câmara

A ‘pastinha da vitória’

Terminou o prazo da janela de transferência partidária e, caso vocês não saibam, o nosso pequeno PTN se agigantou na Câmara dos Deputados, passando de quatro para 13 deputados federais. Foi o partido que mais cresceu na Casa. E eu queria deixar registrado com vocês a minha ‘pastinha da vitória’, com a cara de cada deputado. Acho que eu procurei os outros 512 integrantes da Câmara e conseguimos essa conquista histórica, um crescimento de 325%. Foi um trabalho de muita dedicação. Eu chegava com minha pastinha debaixo do braço, indo de deputado por deputado, falando do nosso movimento, do nosso projeto de partido para o País (veja post ‘Com o povo pelo impeachment’, do dia 21). Fiquei super feliz com o resultado alcançado, por isso quis deixar registrada aqui a minha ‘pastinha da vitória’.

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Com o povo pelo impeachment

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Muitas pessoas me perguntam sobre o impeachment de Dilma Rousseff. Eu sou a favor de o povo ter voz sempre nas principais decisões do País. Estou acompanhando atentamente o desenrolar de todo esse processo, muito consciente e segura de meu papel como deputada federal, que é fazer jus à decisão popular, a favor do impeachment. Minha opinião: vai ser difícil segurar esse governo. Não tem mais clima no Congresso. Está muito ruim, tudo parou.

Além dessa questão do impedimento da presidente, o Brasil atravessa preocupante período de instabilidade política. E não dá para simplesmente pagar pra ver. Temos de superar essa crise representativa que distancia a população da política, porque o sistema atual está falido. Um sistema triangular, cujo topo (representantes políticos) decide pela base (população.) Só que o topo sofre muita influência e pressão do governo, do poderio econômico que o colocou lá e exclui a base de suas decisões. Enfim, uma política que não atende mais os brasileiros.

Eu estou diretamente envolvida na criação de um movimento que resultará na mudança efetiva desse sistema político. O PTN, com 70 anos de história de política limpa, sem escândalos, atualmente conta com 13 deputados federais, que estão nessa luta para mudar a política brasileira ao se aproximarem do eleitor. Aguardávamos o final da janela de transferência partidária para difundir um movimento que defende a Democracia Direta, ou seja, o povo dentro do governo, exercendo o seu direito de participar das principais decisões do País, indo além do voto.

Um movimento com o povo participando diretamente do processo político, decidindo, por exemplo, se quer castração química para estuprador ou se quer usar recursos do FGTS para o Programa Minha Casa, Minha Vida. Um movimento que não é de esquerda, nem de direita. O que o povo decidir será o voto de nossa bancada. Com a população exercendo seu papel de direito, vamos juntos decidir qual o futuro do Brasil que queremos!

Blogueiro mentiu

Brasília viveu um dia de Carnaval em Salvador, com direito a carro de som e muito agito. Tudo por causa da votação para liderança do PMDB, que chegou a envolver até mesmo gente de outros partidos. A disputa foi entre o Leonardo Picciani (foto), que tinha o apoio do governo, e o Hugo Motta, apoiado por Eduardo Cunha. Picciani acabou vencendo por 37 a 30 votos. Eu não participei disso, até porque não dizia respeito ao meu partido, mas indiretamente o nome do PTN foi usado.  Saiu uma notinha num blog político que o Eduardo Cunha ameaçava esvaziar o PMDB, levando 15 deputados federais para o PTN, caso seu candidato não conquistasse a liderança da legenda. Hello, blogueiro, eu sou a vice-presidente nacional do partido e não soube nada disso. Que notícia plantada, hein? Gerou um bafafá no Congresso, todo mundo me perguntando. Interessante como essas informações surgem do nada, as pessoas plantam isso e o povo da mídia nem checa? Simplesmente publica, doa a quem doer. Me parece ter sido feito pra pressionar o grupo não alinhado com o Eduardo Cunha, tipo ‘se vocês não me ajudarem a eleger o líder, eu tiro uma galera do PMDB’.  Não sei a razão de terem usado o nome do meu partido, mas quero deixar bem claro aqui que o PTN não se sujeita nem se submete a esse tipo de jogo, picuinhas e mentiras para pressionar quem quer que seja.

Novos tempos chegando

novidadesO clima aqui, em Brasília, está de articulações intensas. O início do ano é o momento que muitas coisas são definidas, as comissões e quem são seus novos presidentes, os novos titulares… Eu, por exemplo, fazia parte das comissões de Ciência e Tecnologia e de Constituição, Justiça e Cidadania, então, tudo pode mudar. Os blocos também podem mudar. O PTN estava no bloco com o PRB e com alguns outros partidos pequenos. Agora é o momento que essas novas estruturas se formarão. E o clima fica ainda mais intenso nas articulações por causa da janela de transferência partidária, que deve ser promulgada hoje, dia 18. Todos os deputados estão conversando, articulando para ver se continuam em seus partidos ou não. De qualquer forma, estou muito feliz. Desde que entrei na Câmara, no dia 1 de fevereiro de 2015, nessa minha primeira legislatura, minha postura tem sido sempre de bastidores, de tentar resolver os problemas e de fazer bem o meu papel como legisladora. Nunca fui de bater, de brigar com ninguém, porque acho que isso não constrói, não dá o resultado que o povo quer e espera. Sempre falei isso aqui no blog. Por isso, acabei conquistando muitos amigos, e essa janela de transferência vai ser uma grande oportunidade para o nosso partido crescer. Tenho me dedicado muito a isso, o Brasil pede algumas mudanças no sistema político. Estou desenvolvendo uma proposta muito legal para o País e ter adesões vai ser muito importante para dar início aos novos tempos que estamos construindo para o Brasil. Muita gente boa vem chegando. Aguardem!!!

Janela partidária

Eu estou aproveitando a aparente calmaria por aqui para terminar a elaboração de minhas relatorias e dar corpo aos milhares de projetos que tenho pensado. Enfim, colocar em dia essa parte do mandato. Aliás, calmaria em termos, porque o presidente do Senado, Renan Calheiros, anunciou, na sessão de abertura do ano parlamentar, que irá promulgar dia 18 a janela de 30 dias para políticos insatisfeitos com seus partidos trocarem de legenda sem perderem o mandato por infidelidade. Então, já viu, né, o rebuliço de mudança de partido a partir do dia 18. Sou contra o político que fica pulando de partido em partido, mas também não concordo que fique refém da legenda se não está tendo seu valor reconhecido, se não está tendo espaço ou se está havendo conflito de ideologia. Felizmente, o nosso PTN tem feito brilhante trabalho no Congresso e teremos novidades até o final do mês. Aguardem!!!

renan

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