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Enfim, alguém em quem acredito!

E eu estou enlouquecendo montando em São Paulo a chapa de deputados estaduais e federais (o prazo de filiação é 7 de abril), fazendo a articulação nacional de apoio ao nosso presidenciável Alvaro Dias e, ao mesmo tempo, com a janela partidária se aproximando, muito atenta à nossa bancada e ao crescimento do partido. Um enredo que exige muito, acrescido de dois filhos pequenos, que sentem muito a minha ausência de casa! Isso me mata!😢

Mas sei que é para um bem maior, se Deus quiser! Eu gosto muito do que faço. Faço com paixão. Acho que é por isso que o partido tem crescido tanto. As pessoas sentem meu entusiasmo e minha fé diante dos desafios deste mundo novo para mim. Muitos sonham comigo, tantos outros querem sonhar a meu lado também. É gratificante ver o que muitos consideravam improvável já estar acontecendo. Quando está nos planos de Deus, nada é impossível. Por isso, eu acredito tanto no nosso projeto presidencial. O senador Alvaro Dias é, de fato, um político diferenciado e, não tenho dúvidas, fará a diferença no comando desta Nação. Ele foi o escolhido, e agradeço a Deus por estar sendo o instrumento desta missão. Alvaro vem crescendo nas pesquisas e eu acredito demais na vitória dele!

Passei muito tempo dizendo que não acreditava em ninguém, que não tinha ninguém para votar e que votava no menos pior. Agora, ter um candidato em que eu acredito é maravilhoso! Estou rodando o Brasil, levando o nome deste homem porque amo este país e não quero ver amanhã meus filhos desapontados e querendo sair do Brasil. Quero eles aqui, do meu ladinho, com uma vida digna, comendo nossa feijoada, tapioca e tomando água de coco. Quero um bom gestor, alguém experiente, limpo e honesto, que rompa com esse sistema de governança, que governe não como um projeto de poder, mas de Nação. Quero ter cada dia mais orgulho de ser brasileira e de ter ajudado a escrever as mais belas páginas da história deste País. É isso que me motiva todos os dias.

Fechando com chave de ouro!

Após um ano corrido, com muito trabalho e, graças a Deus, com um crescimento extraordinário do nosso partido, reunimos nossas lideranças em Brasília para uma avaliação da jornada até aqui. Avaliamos o trabalho e discutimos as estratégias para 2018, quando teremos como objetivo maior fazer do nosso senador Alvaro Dias o próximo presidente da República. Depois dessa reunião, para comemorar tantas conquistas, não poderia faltar a confraternização, num delicioso almoço, para fechar 2017 com chave de ouro!

Chorei de saudade

Como vocês sabem, eu, como presidente nacional do Podemos, tenho rodado o Brasil em dias e horários que não têm atividades no Congresso. Mal desembarquei de Brasília, nem pude ir ver meus filhos, entrei num carro e encarei quase 3 horas de congestionamento para cumprir uma agenda na cidade de Poá, Região Metropolitana de São Paulo. Retornei para casa de madrugada, as crianças, obviamente dormindo, e sai de novo, ‘às 5h de la matina’, para levantar voo rumo a São José do Rio Preto. Outra vez, o regresso foi tarde da noite, filhotes em sono profundo, e antes do sol raiar estava outra vez no aeroporto, para viagem ao Espírito Santo. No avião, chorei de tristeza, porque a última vez que havia visto meus filhos acordados foi na segunda-feira (4). Só voltei de Vitória na noite de sábado e ontem (domingo), enfim, conseguir ter em meus braços e beijar muito meus dois pequenos. Não é fácil ficar longe dos meus meninos. Dói muito!

Exercendo seu direito

Ainda sobre a prática de democracia direta que estamos implantando. “Que absurdo! A gente elegeu vocês para decidirem por nós.” É isso que a gente ouve por aí sobre o povo decidir. Mas, quando fazemos exatamente isso, o que falam? “Vocês não nos ouvem. Queremos decidir.” Por favor, é importante que as pessoas decidam claramente o que querem, votar junto ou deixar os políticos decidirem? Sei que há muitas críticas sobre deixar a população decidir, mas isso é uma prática que precisa ser aplicada gradativamente, até criar o hábito e o povo se envolver pra valer.  Nos países mais evoluídos, como a Suíça, isso é muito comum, o povo participa mesmo das principais decisões.

Se existe no Brasil uma crise de representatividade, porque seus eleitos não os representa e/ou porque negociam voto por cargo, a democracia direta impede isso, porque devolve à população o que lhe é de direito, ou seja, o poder. Democracia direta é a única forma de tirar a barganha dos eleitos.

A população precisa entender isso e participar ativamente. É direito dela exercer a cidadania, e o Podemos quer devolver para o povo o que é dele. A nossa vontade é que vocês se sintam representados. Estamos abrindo mão de uma prerrogativa que nos foi delegada para ouvir vocês. Queremos que participem não só nos pleitos eleitorais, mas também na hora de decidir questões com a gente. Esse é o nosso objetivo!

Você decide o nosso voto

Estou muito feliz! Vamos inovar diante de tudo o que está por aí. A bancada federal do Podemos fechou questão sobre a Reforma da Previdência. Quem vai decidir o voto de nossos parlamentares será o povo. A votação digital será feita por meio de aplicativo do Podemos, que deve ser baixado no Google Play e na Apple Store. O resultado da votação popular definirá o voto dos parlamentares do Podemos. Estamos devolvendo ao povo o seu direito sagrado de participar diretamente das principais pautas do País. Para quem quiser mais detalhes, entre no site do Podemos (http://podemos.org.br/). É muito importante que o cidadão participe, opine, decida com a gente essa votação da Reforma da Previdência.

 

 

Forró no violino

Assim que terminaram os trabalhos na Câmara dos Deputados na quinta-feira, segui direto para Belém (PA) participar do Encontro Estadual do Podemos. E foi bem divertido. Geralmente, os eventos partidários, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, são sérios e bem formais, ao contrário dos realizados no Norte e Nordeste, que costumam nos presentear com uma atração à parte, e os paraenses não fugiram à regra. Colocaram um artista tocando forró num violino. Sensacional! Eu adoro ir para esses eventos, sempre muito animados.

Quanto ao encontro em si, aproveitamos para reafirmar o nosso senador Alvaro Dias (Podemos-PR) como pré-candidato a presidente da República. Ele é a alternativa (pra mim, a melhor) para o Brasil que os brasileiros querem. Já falei aqui, no blog, sobre as qualidades do senador e, diante da boa receptividade de seu nome no Pará (assim como em outros Estados também), estou cada vez mais confiante e convicta que fizemos a escolha certa para a corrida presidencial.

Açaí diet

Uma tigela de açaí  tem em média 200 calorias, se acrescentar açúcar e banana bate na casa de 700 calorias. E se colocar granola, salta para 1.000 calorias. Ufa, ainda bem que no Pará, onde estive para um Encontro do Podemos com meu deputado federal Chapadinha, eles substituem a granola por farinha de tapioca. Comi sem peso na consciência (kkkkk)

 

Poder é coletivo e com o povo

Estava lendo uma notícia sobre o desembarque do PSDB do governo federal e me chamou a atenção a declaração do ministro Eliseu Padilha, que defende projeto único de poder para 2018. Oi? Como assim, poder único? E o projeto de Nação, nada? Infelizmente, nossa política perdeu sua essência! Ainda bem que nem todos olham para o próprio umbigo. Se o Podemos pensasse assim, hoje estaríamos bonitos na foto, com mais de 30 deputados, querendo crescer mais só por causa do fundo partidário e, com bancada volumosa, negociando ministérios. Não, nós não somos assim. O Podemos tem proposta para o Brasil, se apresenta como alternativa e se recusa a fazer joguinhos em troca de regalias ou cargos. Já mostramos isso, somos transparentes e muito claros em nossos posicionamentos. Semanas atrás dispensamos deputados por apoiarem outros candidatos que não o nosso somente por interesses pessoais. O Podemos é coletivo e age em consonância com o desejo do povo, que refuta negociatas e, consequentemente, não quer mais do mesmo.

 

Bumbum de fora

E essa foi a semana da denúncia contra o Temer. A Câmara parou para votar o relatório do Bonifácio Andrada pela não admissibilidade da investigação do STF. Estava um clima muito apático. A população contrária a Temer não se mobilizou, não se manifestou, e aqui a pressão popular tem um peso enorme. Com certeza, se tivesse pressão popular o resultado poderia ter sido outro. O nosso Podemos orientou o voto `não` ao relatório, ou seja, favorável às investigações da denúncia pelo Supremo. Teve uma situação engraçada que ocorreu com um deputado. Ele estava no cafezinho do plenário e, quando foi se sentar, a calça prendeu no assento e rasgou do cós quase até o joelho. Ficou desesperado, telefonou para a esposa trazer urgente outra calça porque já estava ocorrendo a votação e logo seria chamado ao microfone para anunciar seu voto. Ele ainda estava no banheiro trocando de calça quando o presidente Rodrigo Maia chamou seu nome. Foi aquele furdunço, todo mundo telefonando para que se apressasse, mas ele acabou não chegando a tempo no plenário para votar. A base do governo entrou em pânico, achando até que o deputado tinha virado a casaca ou que não iria comparecer. Na verdade, o atraso deu-se porque tinha ficado de bumbum de fora (kkkk), mas, na segunda chamada, já de calça trocada, ele pode revelar seu voto.

Derrotado pelo cansaço

O nosso senador José Medeiros (MT) não aguentou a maratona de semana tão agitada no Congresso, com as votações finais da Reforma Política e outras pautas polêmicas no Senado, fora todos os preparativos dele, como anfitrião, para o lançamento do Podemos em Mato Grosso. Foi justamente em Cuiabá que ele pestanejou enquanto aguardávamos para conceder entrevista ao Repórter MT. Foram apenas alguns segundinhos de cochilo. Nem quem é de ferro aguenta jornada tão estafante! E foi mesmo uma semana bem cansativa. No domingo, eu estive no Piauí, lançando o Podemos em Teresina, na segunda-feira já estava em Brasília e quinta-feira à noite desembarquei em Cuiabá, para o lançamento do partido no Mato Grosso. Cheguei sexta-feira à noite em São Paulo, louca para ver meus dois filhos, mas antes ainda tive agenda na Zona Norte. E, por causa do temporal e do costumeiro trânsito da Capital, peguei engarrafamento monstro. Afe, que cansaço!

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