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Regresso de busão

Felizmente, a adrenalina estava em alta após percorrer 12 municípios do interior paulista (o giro pelo Interior continua nesta semana), porque a gente se lascou no regresso para a Capital. Uma pane no sistema de radar do aeroporto de Congonhas afetou todo o espaço aéreo e nenhum avião decolava de onde estivesse para São Paulo. Isso na sexta-feira à noite. A situação, segundo nos informaram no aeroporto de São José do Rio Preto, somente seria normalizada no domingo. Não dava para esperar, tinha agenda no sábado de manhã, e no domingo haveria a Convenção Estadual do Podemos-SP. Eu e meus parceiros de giro interiorano (Thiago Milhim e Ricardo Camargo) não tivemos outra alternativa senão pegar um busão e encarar 433 quilômetros e seis horas de estrada. Foi pesado, minha gente, e chegamos, literalmente, moídos (rs).

Saciando o desejo

O que fazer quando no meio do expediente, com uma agenda apertada e corrida na Câmara, a gente sente uma vontade tremenda de comer estrogonofe? Aperta ainda mais a agenda e dá um jeitinho de saciar o desejo (rs).

Visitas ilustres

Se eu tivesse feito uma aposta sobre quem viria, semana passada, me ver em Brasília, eu perderia feio. Jamais imaginaria essas duas visitas ilustres: minha mãe e minha madrinha, que vieram passar alguns dias na Capital Federal. Elas foram no plenário, conheceram mais parlamentares nossos, passearam, visitaram pontos turísticos daqui. Que vergonha, estou aqui há quase 4 anos e não conheço nada fora do Congresso. É só trabalho, trabalho e trabalho. Mas conseguimos uma noite só para nós três, fomos jantar num restaurante e colocar a conversa em dia. Que delícia, que gostoso, que surpresa boa elas me proporcionam!

Desvirtuando a fé

Teve um fato hilário na nossa bancada. Como vocês sabem, vários deputados que são pastores evangélicos se filiaram recentemente ao Podemos. Só que no nosso time há um parlamentar (que não vou falar quem é, para não o comprometer, e vocês vão entender o porquê) que diz ter 30 namoradas, todas de 18 anos. Absurdo isso, né? (kkkk). Vira e mexe, ele mostra as fotos delas que tem no seu celular. Um dia, durante o intervalo de discussões da pauta em plenário, lá estava ele mostrando algo para os nossos deputados pastores, todos muito compenetrados no que viam. Eu vi a cena e já deduzi do que se tratava, e comecei a rir. Foi quando um parlamentar pastor se aproximou de mim e disse: “Renata, essa bancada do Podemos está desvirtuando a minha fé”. Nós dois caímos na gargalhada.

Relação complicada (1)

Minha relação com o tempo está cada vez mais complicada. E desde que o relógio entrou na minha vida, eu e o tempo temos tido seríssimas DRs (discussão do relacionamento). A gente não se entende mesmo! Já falei aqui pra vocês que um dia de 24 horas pra mim não dá! E eu peito mesmo. Ontem, por exemplo, o dia acabou, a madrugada avançou e eu trabalhando com a equipe em meu gabinete, até que as luzes do prédio do Congresso foram desligadas e tivemos de ir embora no escuro. Um breu total. A vingança do tempo, e seu aliado, o relógio, veio poucas horas depois, quando o despertador disparou, avisando-me que tinha compromisso bem cedinho a cumprir: café da manhã com o senador Alvaro Dias, nosso presidencial, e parlamentares da bancada evangélica do Podemos. Definitivamente, o tempo e eu não combinamos, mas há de chegar o dia que ganharei essa queda de braço. (kkkk)

Relação complicada (2)

Mais um embate entre o tempo e eu. Gente, as horas correm rápido demais. Ou sou eu que tenho atividades demais a cumprir? Bom, sei lá, só sei que qualquer lugar é lugar para resolver pendências. Como no banheiro: enquanto retoco a maquiagem, aproveito para resolver algumas questões com o meu diretor de Comunicação, Fernando Vieira, que, como vocês podem ver, está muito bem ‘acomodado’ na beira da banheira (hahahaha)

Ops, carro errado

Tenho de admitir que estou ficando doidinha. É tanta coisa pra fazer, e o dia tem apenas 24 horas, que já nem sei onde eu entro e onde eu saio (kkkkk). Nessa correria alucinada, olhando a agenda e resolvendo coisas pelo celular, entrei num carro que não era o meu. Pior: fiz isso duas vezes num dia só. Só me toquei ao ver a cara de espanto dos dois motoristas. Que mico! (rsrs)

Plenário pega fogo

O recesso parlamentar ainda não terminou e o Congresso já está pegando fogo! Tá certo que teremos pautas quentes na volta aos trabalhos, a partir de fevereiro, que certamente vão elevar a temperatura, mas hoje cedo a Câmara dos Deputados teve um princípio de incêndio, após um curto-circuito em uma das luminárias do teto do plenário. Fragmentos incandescentes do objeto caíram em cima das poltronas, de espuma, dos deputados. Quatro delas foram queimadas. Acionada por um funcionário da Casa, a brigada de incêndio do Parlamento agiu rapidamente e apagou o incêndio.

Boas festas, amigos!

Que a paz e a harmonia festejadas no Natal estejam presentes em todos os dias do seu ano novo!

Coração em pedaços

Última semana de trabalho em Brasília neste ano. Vim para cá e não foi fácil deixar em SP meu filho caçula, o Rafinha. Ele foi me levar no aeroporto, estava super carente de mãe. Choramigando, dizia que queria ir comigo “na Brasília”. Tão bonitinho, como foi difícil tirá-lo de meus braços. Jamais vou me acostumar com esses momentos de separação, fico com o coração em pedaços.

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