out 19, 2015 - câmara dos deputados    6 Comments

Só perguntam a mesma coisa

O ambiente continua muito tenso em Brasília. Eduardo Cunha está até pegando leve nas sessões, encerrando os trabalhos bem mais cedo. Está um clima muito carregado, mesmo. O engraçado é que todas as vezes em que encontro amigos de infância ou do período de faculdade ou qualquer pessoa que é fora do meio político eles te veem e logo puxam assunto para falar de… política. É muito chato nesse aspecto ser política, porque qualquer bate-papo gira em torno de… política. A pergunta constante é “e aí, a Dilma cai? ”. Não aguento mais ouvir essa indagação (rs).  Então, peço a meus amigos e parceiros que, quando me encontrarem, não perguntem mais sobre isso. É difícil, viu. Você vira referência, só que às vezes está precisando mesmo desligar um pouco desse mundo, relaxar, se divertir, mas não consegue porque as pessoas só falam de… política!

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6 Comentário

  • A senhora deputada, passa uma imagem ao publico de ser muito determinada e muito dedicada naquilo que faz, talvez por isso te cansa muito quando está com os amigos, falar sobre politica.
    Lembra-se que é uma multiplicadora da politica, tem um compromisso com seus eleitores, de dar ao máximo aí na câmara federal.
    Pelo pouco que já li a respeito da senhora como politica, tira de letra tudo isso!
    Só acho que deve passar uma imagem positiva da politica, aos seus amigos, não deve passar imagens negativas, que não coadunam com sua determinação como uma grande politica que é, no cenário politico nacional.

  • O ser humano é produto do meio, se a senhora vive na politica, não tem como distanciar dela.
    A politica como tudo na vida, tem seu lado bom e ruim.
    Nessa turbulência que está aí, deve ser muito difícil digerir tudo isso.
    São ossos do oficio, já que escolheu essa profissão para se dedicar.
    Não sei se viveu quando politico, toda essa turbulência, mas pode te orientar melhor de como proceder com seus colegas, tem um consultor do seu lado, seu pai, que foi por muitos anos um grande politico.
    As vezes procuramos soluções longe, para nossos problemas e ela se encontra perto da gente, sem que percebemos.

  • Nós, cientistas políticos, passamos pelos mesmos questionamentos. Naturalmente, os cientistas políticos observam os acontecimentos relativos ao poder a partir de outra perspectiva de análise (baseada na formação e no treinamento que receberam para avaliar o fenômeno político; trata-se de visão muitas vezes disinta daqueles que detêm mandatos).

    Porém, em regra geral, sabemos que tais perguntas são naturais. Fazem parte do ofício de se observar (e analisar) constantemente a política. É nossa contribuição social para a coletividade. Tanto mais natural deveria ser para aqueles que exercem um mandato popular. Tal questionamento é normal, esperado e o eleitor (próximo ou “desconhecido”) faz a pergunta muitas vezes trazendo inconscientemente a percepção de que o político tem a obrigação de respondê-la. Afinal, em nosso ordenamento político (com base nos princípios nos quais tentamos nos basear), o político exerce um mandato popular com custos pagos pelo contribuinte. Em governos de princípios efetivamente republicanos, os parlamentares sabem disso e não se sentem incomodados pelo questionamento popular constante sobre a política. Afinal, ocupar um mandato não é viver um “principado”.

  • Por isso que Khalil Gibran disse certa ocasião; “Viver é a maior de todas as artes.”

  • O amigo é a resposta aos teus desejos. Mas não o procures para matar o tempo! Procura-o sempre para as horas vivas. Porque ele deve preencher a tua necessidade, mas não o teu vazio.

    Khalil Gibran

  • Esse é o preço que se paga sendo eleita,mas sempre tem a opção B que é ser corruta, passear para todos os cantos com dinheiro publico, colocar familiares em seu meio (nepotismo) aceitar propina, votar no projeto do colega corrupto, tirar fotos com outros politicos que tem graves acusações sobre eles.
    Tudo isso desestressa e fica tudo bem. Essa é a diferença de quem tem responsabilidade ou não quem escolhe o lado de ficar é o politico do povo ou contra o povo.

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