maio 19, 2016 - câmara dos deputados    13 Comments

Rainha da Inglaterra

Quem é de fora e passou por aqui nesta semana achou que estava tudo parado na Câmara, tudo morto, mas, não é verdade. Estava ocorrendo um trabalho muito intenso de bastidores, de articulação com os líderes, para se definir os rumos do governo, quem passaria a ser o líder do novo governo (o escolhido foi André Moura, do PSC), para saber como ficaria a situação de Waldir Maranhão, o que iria ser votado em plenário, quem conduziria a reunião do colégio de líderes. Os deputados, em boa parte, dizem não se sentir representados pelo Maranhão, queriam que renunciasse ao cargo de presidente em exercício da Câmara, mas ele recusou. A gestão do Maranhão, como 1º vice-presidente e agora com o comando provisório (em razão do afastamento do Eduardo Cunha), assim como de toda mesa diretora, se estende até o fim do ano, quando teremos eleição para o biênio 17-18. Então, fizeram um acordo com ele, que, em princípio, não deixa ter  influência na Casa.  Alguns parlamentares maldosamente o intitularam Rainha da Inglaterra, sem poder de fato. Não gostei disso, acho falta de respeito. Ontem, a sessão foi presidida pelo 2º vice-presidente da Casa, Fernando Giacobo (PR-PR), que colocou em votação duas MPs (Medida Provisória) que travavam a pauta: uma, aprovada, autoriza o ingresso forçado de agentes de combate a endemias em imóveis abandonados para a execução de ações de combate ao mosquito transmissor da dengue, da febre chikungunya e do zika vírus; a outra, igualmente aprovada, aumenta de 30 para 210 dias o prazo para distribuidoras de energia assinarem aditivo de contrato com o Ministério de Minas e Energia para prorrogar a concessão do serviço.

sessao camara zika

Ontem foram votadas duas Medidas Provisórias           (foto:Luis Macedo)

 

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13 Comentário

  • De Drummond sobre a amizade:

    Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir. Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz.

    Carlos Drummond de Andrade

  • Muitos desses desempregados que saíram do emprego, perderam o emprego recentemente, devem estar de cabeça quente, devido a crise.
    Deveriam ser preparados com treinamentos para o mercado no futuro, assim que a crise passar, inclusive nesses cursos deveriam ser ministrados treinamentos de como gastar e guardar o dinheiro que receberam na rescisão, quando perderam o emprego.
    Deveriam ter um apoio psicológico, também, já que muitos deles devem estar desorientados de como fazer sem o emprego e a crise instalada no país, sem uma previsão de acabar.
    Inclusive os treinamentos seriam benéficos, para o colaborador, ter onde ir e se orientar.
    Nos estados e municípios, através do Senai, poderiam ser ministrados esses treinamentos.
    Os colaboradores inscritos nos treinamentos, assim que arrumassem um emprego, óbvio, sairia dos treinamentos.
    Entendo que seria uma forma de amenizar o sofrimento, daqueles que perderam o emprego.
    Um treinamento é sempre uma oportunidade de crescimento e abertura de uma janela de oportunidades.

  • A reciclagem é tudo numa carreira de um profissional, seja ele de qual setor for, ela é muito importante.
    Parafraseando um professor americano que falou; “O Brasil tem que começar a aprender a desaprender, para reaprender a aprender”.
    Acho que deveria ser criado no país uma escola de reciclagem para quem estiver desempregado, porque quando a crise for embora e passar, os trabalhadores estarão mais qualificados e preparados para o mercado.

  • Aqui no nosso país só os donos dos estabelecimentos, lojas, empresas, trabalham quando estão mais velhos, já que o nosso mercado tem muitas restrições sobre as pessoas experientes.
    É normal vermos no mercado, pessoas mais jovens ou mesmo de meia idade, trabalhando.
    Na Europa é bem diferente daqui, muito normal vermos pessoas mais velhas, atendendo em lojas, em restaurantes, em empresas, lá o mercado mescla os que ainda não tem experiencias com os que tem experiencias.
    As pessoas mais velhas não sofrem tanta restrição para arrumarem um emprego como é aqui no nosso país.
    Devido a essas situações bem diferentes, aumentar a idade mínima para se aposentar( 65 anos ), vai trazer muita dor de cabeça para as pessoas mais velhas, que vão encontrarem dificuldades com mercado de trabalho.
    Trazer coisas de países desenvolvidos para aqui, tem que ser olhado, porque nem sempre o que dá certo lá, vai dar certo aqui.
    Embora é sabido que a previdência tem que sofrer alterações, modificações, para poder cumprir seus compromissos com os aposentados.

  • Vejo e acompanho nos jornais, normalmente uma obra é orçada em um preço, na sua maioria fica três ou até quatro vezes mais, quando do seu término, isso quando ela é termina.
    Muitas obras, ficam inacabadas, casos da obra que foi iniciada da transposição do rio são francisco.
    Óbvio, que fazendo seguro de uma obra, ela fica um pouco mais cara, mas compensa, porque evita dela ficar inacabada ou mesmo de ficar muito acima do que foi orçada.
    Uma obra bem fiscalizada, evita dela vir a cair por falta de material adequado para sua construção, igual a muitas que temos vistos de acontecer.
    Acho que uma obra segurada, tem mais idoneidade e mais segurança, evitaria o famoso super faturamento.

  • Com toda essa força de trabalho, carisma, simpatia e competência, ainda vai comandar São Paulo.
    Eu acredito!!!

    • Boa noite, Cristóvão

      Muito obrigada pelos elogios, meu amigo. Posso chamá-lo de amigo, né? Afinal, você é um dos mais assíduos frequentadores do blog, uma fidelidade que muito me honra. Quem sabe um dia possa alçar voos mais altos na política, mas, por enquanto, estou completamente absorvida no Congresso, onde há muito trabalho a fazer e desenvolver, para que possamos aprovar propostas que ajudem o Brasil a sair dessa difícil situação em que está e devolver aos brasileiros paz, tranquilidade e segurança para uma vida cada melhor.

      Abraços, amigo
      Renata

  • Deveria haver um projeto nesse sentido, de toda obra pública, seja a nível federal, estadual e municipal, que fosse obrigatório de ser feito um seguro dessas obras.
    Iria resguardar o dinheiro público!
    Como exemplo cito essa obra das ciclovias da cidade do Rio de Janeiro, onde caiu uma parte da ciclovia, que se a obra fosse segurada, a seguradora iria ser responsável pelos danos materiais e da morte que houve, teria que indenizar ao estado e a família que perdeu seu ente querido, também.

  • Veja alguns itens da importância de se fazer o seguro de uma obra pública:

    *Tem maior controle da obra, maior fiscalização
    *Evita desperdícios de material
    * A obra sai na data prevista no contrato, porque tem mais acompanhamento, não só de quem paga a obra, mas da seguradora, também
    *Evita muitos retrabalhos, que aumentam o custo da obra
    *Evita aditivos, enjetar mais dinheiro
    *Evita atrasos na inauguração da obra
    *Evita de quem está pagando a obra, de perder dinheiro, já que a responsabilidade da obra é depositada na seguradora
    *Se a obra feita vier a dar problemas estruturais, vier a cair, a responsabilidade é da seguradora, que vai arcar com os prejuízos, óbvio, ressarcindo o estado pelos danos
    *A segurança da obra vai ser maior e sua longevidade, também
    * Vai ser uma obra mais segura e mais bem feita, porque teve muitas fiscalizações, não só do dono da obra, mas da seguradora, também
    *Essas fiscalizações vão dar mais segurança aos executores da obra, já que vão ser bem orientados na execução

  • Deputada, em alguns países que conheço eles tratam as obras públicas diferentes daqui, todas obras públicas, são feitas seguros delas.
    Contratam uma empresa de seguros e fazem o seguro delas.
    Quais as vantagens que vejo nisso; “A empresa seguradora, óbvio, vai acompanhar as obras, para não haver desperdícios de materiais, para não haver desvios dos materiais, para que a obra saia na data prevista nos contratos, para que façam as obras com o dinheiro que está regido nos contratos, sem nenhum aditivo, porque ela é também parte interessada, já tem a responsabilidade do contrato que está segurado com a seguradora.
    Enfim, vai haver mais controle nas obras públicas, porque a seguradora não quer perder dinheiro, ela é responsável igual ou como a executora que foi contratada, que está executando a obra.
    Acho muito interessante esse caminho, vai evitar muitos problemas que temos na obras públicas no país, se segurarem todas as obras públicas no Brasil, igual muitos países desenvolvidos fazem com suas obras públicas.
    Entendo que deveria ter um projeto nesse sentido, grande deputada, de toda obra pública aqui no país, fazerem um seguro delas.
    Com certeza vai evitar muitos problemas que temos atualmente!

  • Fazendo um levantamento como estou diante do mercado, faço isso sempre, em 2015 enviei 31 currículos, via e-mail, para empresas do ramo ao qual trabalhei muitos anos e tenho boas experiências.
    Até hoje, não recebi nenhuma resposta de nenhuma empresa dos currículos que enviei.
    Fico imaginando, quem não tem experiência no qual se preparou e envia currículo para empresas, via e-mail.
    Como me disse um amigo que mora em outro país, “vem para aqui que arruma rapidinho, ainda mais que fala o idioma”

  • Somente 56% de Brasileiros costuma ler:

    O brasileiro lê, em média 2,54 livros por ano, sendo que as mulheres leem mais (2,63) e os homens menos (2,44). A baixa média de leitura se dá, principalmente, porque somente 56% da população lê alguma coisa (em 2011, era 50%). E entre os leitores, as preferências giram em torno de obras como a Bíblia, o juvenil “Diário de um Banana” e a obra de auto-ajuda “Casamento Blindado”. É esse é o resultado da quarta edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil,do Instituto Pró-Livro (IPL)

    “Muito triste essa pesquisa, como vamos melhorar as coisas dessa maneira”.
    Muito triste isso!

  • Se estão encontrando dificuldades de administrar isso, imagino as dificuldades que encontram em administrar um país da dimensão do Brasil.
    Por isso o nosso país está desse jeito.
    O dia que tiverem ocupando cargos, pessoas com aptidão e vocação, o país serra outro.
    Exemplo; na educação, uma pessoa que fez carreira na área, que já tenha sido um professor, catedrático, com livros publicados, etc.
    No meio ambiente, um engenheiro ambiental, que tenha feito carreira e projetos na área, etc.
    E assim, sucessivamente em todas as áreas!
    Enfim, gente do ramo, que tenha profundo conhecimento da matéria, etc.
    Aí vou acreditar, que as coisas tendem à melhorias contínuas.

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