Olhão grudado no Major

E no debate de presidenciáveis na RedeTV, eu aprontei (rs). Estou na campanha do Alvaro Dias, nosso candidato a presidente da República, e quando vi o Major Olimpio, meu colega de Congresso, gravando um vídeo de apoio ao Bolsonaro, rapidamente grudei na lapela de seu paletó um adesivo do Alvaro com 2 olhos enormes: Abre o Olho, Brasil! Abre o Olho! Pela cara dele, acho que não gostou. Hahahaha.

Todo mundo é Chegado

Nas minhas andanças pelo interior do Estado, paguei um mico levezinho na cidade de Santa Mercedes. O prefeito é o Chegado. Estava eu lá com ele, num evento na Câmara dos Vereadores, quando um cidadão lhe fez uma pergunta. Ao responder, ele disse: “Olha, Chegado, como você sabe…” Ué, que coincidência, o cidadão também se chama Chegado, falei. E o pessoal todo começou a rir. É que o prefeito ficou conhecido na cidade como Chegado porque ele chama todo mundo de Chegado (kkkk). O nome dele é Manoel Donizete de Oliveira.

Mãe e filho vereadores juntos

Agora vou fazer para vocês o Diário da Campanha, já que as coisas estão paradas no Congresso. É claro que em campanha a gente tem menos tempo, mas se depara com fatos bem interessantes. Fui visitar a cidade de Santa Mercedes, no interior de São Paulo, onde o nosso partido elegeu dois vereadores, Vera Lúcia Ferreira Vieira e João Wesley Ferreira Vieira, que são parentes. O que tem isso? Feito inédito na região eleger de uma vez dois membros de uma mesma família como legisladores. E mais incomum ainda é que eles são mãe e filho. Aliás, a família Vieira tem participação atuante na política de Santa Mercedes desde a década de 90, quando patriarca, Edson Vieira dos Santos, 54 anos, se elegeu vereador. Ele exerceu mandato de 1993 a 1996; de 2005 a 2008 e 2013 a 2016. Para a legislatura de 2009 a 20012, foi eleito Edinho, outro filho do casal. E olha, gente, Edson e Vera Lúcia têm mais dois filhos, Cândido e Cléia, e três netos. Se eles também tiveram veia política, apoio e a confiança da população, por muitos e muitos anos teremos Vieira no Legislativo municipal.

Álbum de família: Vera Lúcia, Edson, João Wesley e Edinho

Que surjam mais 300, 600 e 900…

Gente, amei conhecer e conversar com os integrantes do Grupo 300, envolvidos com o mandato do Caio Cunha, participando ativamente da atuação dele na Câmara dos Vereadores de Mogi das Cruzes. Não deixem de ler o post abaixo (Grupo 300, você precisa conhecer!). Vale muito a pena! Eles são tão engajados politica e socialmente que não me deixaram sair do nosso encontro sem saber o que penso sobre Reforma Tributária, sem detalhar meu projeto de Educação, sobre renovação política e, principalmente, sobre o nosso Podemos, que atua exatamente como eles, com representados e representantes atuando e decidindo juntos a posição de nossa bancada no Congresso sobre as principais questões em votação. Hoje eles são 300 em Mogi das Cruzes, mas eu sonho com o dia em que seremos milhões de brasileiros engajados, fiscalizando, cobrando, sugerindo e propondo soluções para melhorar o nosso Brasil. Vamos trabalhar muito para que esse dia logo chegue. Só depende de cada um nós.

Grupo 300, você precisa conhecer!

Nessas minhas andanças pelo Estado de São Paulo tenho conhecido iniciativas maravilhosas, que vêm de encontro com o que eu penso e como conduzo o meu mandato de deputada federal e o próprio Podemos, com transparência, mais ações de democracia direta e participação popular. Uma dessas iniciativas fantásticas é o Grupo 300, de Mogi das Cruzes, que leva ao pé da letra que a ‘política, quando feita por pessoas, também é feita para pessoas’.

O 300 surgiu no mandato colaborativo do vereador Caio Cunha. Reúne homens e mulheres de diferentes bairros, classes sociais, profissões e idades, unidos e contribuindo com suas vivências e habilidades para ações de transformação social. Assim como fazemos no nosso Podemos, eles também se separam por grupos de interesse para debater Educação, Tecnologia, Meio Ambiente, Participação e Transparência, entre outros segmentos.

Com participação ativa na atuação do parlamentar na Câmara dos Vereadores, esse grupo atua fiscalizando, questionando, dando ideias e soluções para os desafios da cidade.  É a aproximação de representados e representante fazendo a política que eu tanto defendo. O 300 define bem o que é engajamento social para cocriar (criar em união, em conjunto) a política e a gestão governamental, em busca de melhorias para todos, transformando o cidadão em agente de mudanças.

Isso é mandato coletivo, isso é mandato colaborativo. Isso é mandato compartilhado.

 

Ruim de baliza? Eu?

O Lauro, meu motorista amado, fica cuidando do meu filho Rafinha, 5 anos, enquanto eu toco minhas reuniões pelo Interior de São Paulo. Resolvi, então, dar uma folga de volante pra ele e eu peguei na direção. Só porque estacionei o carro tortinho, com um pneu em cima da calçada, minha equipe passou o dia me zoando. Pô, gente, fazia tempo que eu não dirigia (snif, snif).

Mais um flagrante

Peguei o Lauro, meu motorista, jogando sinuca!!! Tudo bem, é preciso mesmo relaxar um pouco, não é fácil esse nosso ritmo. Mas bem que ele poderia ser menos ruim, não acertou uma bola na caçapa!!! Ainda bem que ao volante ele é um baita piloto.

Empenhadíssimo

Esse é meu filho!!! Acho que foi picado pelo mosquitinho da política. Está empenhadíssimo! Ele mesmo pega meus encartes de prestação de contas, aborda as pessoas, entrega o material e diz “vota na mamãe, hein?”. Lindinho esse meu Rafinha!

Nude atrás do carro

E o meu querido Fadel até que tentou se esconder, mas eu flagrei. Como a correria é grande, mal dá tempo de a gente se ajeitar um pouco do amassado de horas na estrada. Numa das paradas, ele foi atrás do carro e trocou de camisa. Mas eu vi, fotografei e registro aqui. Hahahaha

Casaco de pelos

Como todos já sabem, estou percorrendo o Interior de São Paulo, cumprindo intensa agenda de reuniões políticas. E também sabem que trouxe meu filhinho, Rafinha, comigo. Fadel, o nosso pré-candidato a deputado estadual que nos acompanha nessa maratona pela região onde mora, comentou que tem um gatinho. Foi a deixa pro Rafinha arregalar os olhos de felicidade. Ele adora gato e faz tempo que me pede um (já tenho dois cachorros). O Fadel, então, levou meu menino à sua casa. Os dois demoraram uma eternidade pra voltar. Quando regressaram, o Rafinha estava com um sorriso de orelha a orelha e o Fadel cheio de pelos no casaco e com uma escova pra tentar dar um jeito na roupa (kkkk).

Páginas:«1234567...79»