Juntos e misturados (1)

Campanha com companheirismo. Essa é a melhor definição do nosso corpo a corpo com o eleitorado. Candidatos que disputam a mesma vaga lado a lado comigo nas caminhadas, sem estresse, sem animosidade, sem adversidades. Pelo menos com a gente tem sido uma campanha bem fraternal, de muito respeito, um ajudando o outro, um apoiando o outro. Quem nos viu pelo comércio de Boituva pôde constatar isso. Lá estive com o Bruno Ganem (Indaiatuba), Guto (Carapicuíba) e Fausto Peres (Sorocaba), todos candidatos a deputado estadual. O Guto, aliás, trouxe até um mini trio, e o locutor dele anunciava o nome de todos os pleiteantes à Assembleia Legislativa, sem distinção. No começo, eles até se revezavam, entrando apenas um comigo em cada estabelecimento. Mas o clima de união estava tão bom que acabamos fazendo tudo ‘juntos e misturados’. No fim, todo mundo estava pedindo voto para todo mundo. Foi muito legal!

Trocado por outra

Estávamos a caminho de uma agenda eleitoral com o Dermeval, que é presidente nacional do Partido Cidadania e que veio representando a deputada estadual Damaris Moura. Ela não pode vir, teve de viajar, pois soube que a mãe adoeceu. Falávamos, óbvio, sobre as eleições e com Lula liderando as pesquisas. Ai, o Demerval saiu-se com essa: “Como será que os outros candidatos se sentem quando chegam em casa. Devem pensar ‘estou trabalhando tanto, o que será que estou fazendo de errado para que um cara preso esteja na minha frente?’”. A conclusão veio do Lauro, o nosso motorista: “Perder uma eleição para o Lula, que está preso, é o mesmo que perder a esposa para uma mulher”.

 

Com a boca na botija

Campanha eleitoral exige muito do candidato. E também da equipe que o acompanha nas atividades. Ritmo intenso, que tem hora pra começar, mas não tem hora pra terminar. Dias atrás aconteceu um fato hilário. Pra não atrasar os compromissos do dia, engolimos alguma coisa no café da manhã e combinamos de almoçar todos juntos (12 pessoas) às 16h, depois de uma reunião com moradores e lideranças de um bairro. Só não combinamos com o estômago. Imagina a dona Fome, às 15h, quando viu que na agenda constava falar com funcionários e fregueses de 3 restaurantes???? Até que resistimos bravamente nos dois primeiros, mas no terceiro… Era uma churrascaria. Entrei eu e três integrantes da equipe de apoio, e era para não demorar muito lá. Mas, quando o Júnior, da equipe, viu sair da churrasqueira uma travessa de linguiça, cortadinha, aquele cheirinho delicioso (hummm) entorpecendo o ambiente, soltou um elogio em voz alta – “a melhor linguiça da região” -, e ele e eu ganhamos um pedacinho cada um. E não deu mais pra resistir, pegamos um pratinho e fomos os quatro forrar o estômago. Danou-se! Flagrados pelo coordenador geral da equipe, Douglas Figueredo, que entrou no recinto para saber porquê estávamos demorando. Lembra quando a mãe da gente vinha dar um pito por algo que aprontamos? Pois é, assim estava o Douglas.  “Eu não acredito que vocês fizeram isso conosco”, falou bravo, de braços cruzados e cara de poucos amigos. Lógico que caímos na gargalhada com a cena. Por fim, de um jeito ou de outro, todos, varados de fome, deram suas beliscadinhas para tapear o estômago até encerrarmos os compromissos daquele dia até irmos, finalmente, almoçar quase ao anoitecer.

 

 

 

 

 

Três gatinhos e um gatão

Destino é uma coisa engraçada. Lembram dias atrás que comentei aqui o desejo alucinado de meu Rafinha por um gatinho? Ontem, estava eu conversando com os moradores de uma comunidade quando, de repente, um gatinho surgiu não sei de onde e, do nada, deu um pulo no meio do salão, atraindo a minha atenção. Fiquei sabendo que não tinha dono, nem lar. Sabe como é, mãe é mãe, né?.  Peguei o bichinho e já coloquei no carro. Quando cheguei em casa, o coração dos meus meninos (o Felipe também há tempos me pedia um gato) quase saiu pela boca, tamanha alegria. Até já deram um nome, Boracs, não me perguntem o que significa, nem imagino de onde eles tiraram esse nome. Agora, tenho três gatinhos (Felipe, Rafael e Boracs) e um gatão (Gabriel, meu marido), e eu sou apaixonada por todos eles.

 

Olhão grudado no Major

E no debate de presidenciáveis na RedeTV, eu aprontei (rs). Estou na campanha do Alvaro Dias, nosso candidato a presidente da República, e quando vi o Major Olimpio, meu colega de Congresso, gravando um vídeo de apoio ao Bolsonaro, rapidamente grudei na lapela de seu paletó um adesivo do Alvaro com 2 olhos enormes: Abre o Olho, Brasil! Abre o Olho! Pela cara dele, acho que não gostou. Hahahaha.

Todo mundo é Chegado

Nas minhas andanças pelo interior do Estado, paguei um mico levezinho na cidade de Santa Mercedes. O prefeito é o Chegado. Estava eu lá com ele, num evento na Câmara dos Vereadores, quando um cidadão lhe fez uma pergunta. Ao responder, ele disse: “Olha, Chegado, como você sabe…” Ué, que coincidência, o cidadão também se chama Chegado, falei. E o pessoal todo começou a rir. É que o prefeito ficou conhecido na cidade como Chegado porque ele chama todo mundo de Chegado (kkkk). O nome dele é Manoel Donizete de Oliveira.

Mãe e filho vereadores juntos

Agora vou fazer para vocês o Diário da Campanha, já que as coisas estão paradas no Congresso. É claro que em campanha a gente tem menos tempo, mas se depara com fatos bem interessantes. Fui visitar a cidade de Santa Mercedes, no interior de São Paulo, onde o nosso partido elegeu dois vereadores, Vera Lúcia Ferreira Vieira e João Wesley Ferreira Vieira, que são parentes. O que tem isso? Feito inédito na região eleger de uma vez dois membros de uma mesma família como legisladores. E mais incomum ainda é que eles são mãe e filho. Aliás, a família Vieira tem participação atuante na política de Santa Mercedes desde a década de 90, quando patriarca, Edson Vieira dos Santos, 54 anos, se elegeu vereador. Ele exerceu mandato de 1993 a 1996; de 2005 a 2008 e 2013 a 2016. Para a legislatura de 2009 a 20012, foi eleito Edinho, outro filho do casal. E olha, gente, Edson e Vera Lúcia têm mais dois filhos, Cândido e Cléia, e três netos. Se eles também tiveram veia política, apoio e a confiança da população, por muitos e muitos anos teremos Vieira no Legislativo municipal.

Álbum de família: Vera Lúcia, Edson, João Wesley e Edinho

Que surjam mais 300, 600 e 900…

Gente, amei conhecer e conversar com os integrantes do Grupo 300, envolvidos com o mandato do Caio Cunha, participando ativamente da atuação dele na Câmara dos Vereadores de Mogi das Cruzes. Não deixem de ler o post abaixo (Grupo 300, você precisa conhecer!). Vale muito a pena! Eles são tão engajados politica e socialmente que não me deixaram sair do nosso encontro sem saber o que penso sobre Reforma Tributária, sem detalhar meu projeto de Educação, sobre renovação política e, principalmente, sobre o nosso Podemos, que atua exatamente como eles, com representados e representantes atuando e decidindo juntos a posição de nossa bancada no Congresso sobre as principais questões em votação. Hoje eles são 300 em Mogi das Cruzes, mas eu sonho com o dia em que seremos milhões de brasileiros engajados, fiscalizando, cobrando, sugerindo e propondo soluções para melhorar o nosso Brasil. Vamos trabalhar muito para que esse dia logo chegue. Só depende de cada um nós.

Grupo 300, você precisa conhecer!

Nessas minhas andanças pelo Estado de São Paulo tenho conhecido iniciativas maravilhosas, que vêm de encontro com o que eu penso e como conduzo o meu mandato de deputada federal e o próprio Podemos, com transparência, mais ações de democracia direta e participação popular. Uma dessas iniciativas fantásticas é o Grupo 300, de Mogi das Cruzes, que leva ao pé da letra que a ‘política, quando feita por pessoas, também é feita para pessoas’.

O 300 surgiu no mandato colaborativo do vereador Caio Cunha. Reúne homens e mulheres de diferentes bairros, classes sociais, profissões e idades, unidos e contribuindo com suas vivências e habilidades para ações de transformação social. Assim como fazemos no nosso Podemos, eles também se separam por grupos de interesse para debater Educação, Tecnologia, Meio Ambiente, Participação e Transparência, entre outros segmentos.

Com participação ativa na atuação do parlamentar na Câmara dos Vereadores, esse grupo atua fiscalizando, questionando, dando ideias e soluções para os desafios da cidade.  É a aproximação de representados e representante fazendo a política que eu tanto defendo. O 300 define bem o que é engajamento social para cocriar (criar em união, em conjunto) a política e a gestão governamental, em busca de melhorias para todos, transformando o cidadão em agente de mudanças.

Isso é mandato coletivo, isso é mandato colaborativo. Isso é mandato compartilhado.

 

Ruim de baliza? Eu?

O Lauro, meu motorista amado, fica cuidando do meu filho Rafinha, 5 anos, enquanto eu toco minhas reuniões pelo Interior de São Paulo. Resolvi, então, dar uma folga de volante pra ele e eu peguei na direção. Só porque estacionei o carro tortinho, com um pneu em cima da calçada, minha equipe passou o dia me zoando. Pô, gente, fazia tempo que eu não dirigia (snif, snif).

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