fev 28, 2017 - câmara dos deputados    No Comments

Odisseia na volta pra casa

Encerrada a semana pré-carnaval em Brasília, corri para o aeroporto e, apesar de atrasadíssima, deu tempo de pegar o voo. Vocês devem ter visto a notícia da explosão do motor de uma aeronave em Congonhas. Aeroporto fechado para pouso e decolagem. O nosso pouso foi desviado para Viracopos. E aí começou a odisseia. Quando aterrissamos, pensei em desembarcar e pegar um táxi, até porque a previsão era ficarmos dentro do avião por uma hora, até decolar, chegar na Capital, pousar…, mas não deixaram a gente desembarcar em Campinas. Todo mundo voltou para seus assentos, depois veio o aviso que era pra descer, porque Congonhas permanecia fechado. Quando os passageiros já estavam no corredor, de pé e com as bagagens na mão, novo aviso: Congonhas ficaria aberto até a 1 hora para que pudéssemos pousar. Senta de novo, coloca o cinto, endireita a taxipoltrona. Quando o avião entrou na pista de decolagem, outro aviso: Congonhas fechou de vez. Um absurdo o que fizeram com a gente. Foi um senta e levanta, com o ar-condicionado desligado, trancados dentro de um avião. Desembarque feito em Campinas. Mas eu sou muito azarada, mesmo. Peguei carona num táxi, dividindo com outro passageiro, o Rodrigo (foto), mas, no meio do caminho, o motor ferveu e tivemos de chamar e esperar um outro táxi. Gente, pensei que não chegaria em casa. Que estresse!

 

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