maio 6, 2015 - câmara dos deputados    13 Comments

Votar a favor ou contra?

Essa questão do ajuste fiscal. Quero compartilhar com vocês. Como é difícil, né? Uma das questões mexe com o seguro do trabalhador. Hoje, uma pessoa trabalha seis meses e, se demitida, tem direito a receber o seguro desemprego por quatro meses. O governo propõe um período maior de trabalho para o trabalhador, se demitido, vir a ter direito ao seguro desemprego. A questão é: se você vota a favor do projeto, prejudica os trabalhadores e recebe toda uma carga de pressão popular; se você vota contra… Tudo bem, o governo teve seus problemas de gestão e tal, mas ele precisa reorganizar suas finanças, não tem jeito. Tem de cortar de tudo quanto é lado. Ai, penso: para que lado caminhar? Não adianta só criticar o governo agora, o problema está aí, precisamos resolver a situação. O problema é tentar amenizar a crise o máximo possível. Penso muito nisso, sabe, e estou numa dúvida tremenda. Eu me preocupo. Se a gente não fizer alguns ajustes nas contas, a crise pode piorar ainda mais. Então, ainda não foi votado, temos um tempo para refletir os pros e contras. Era até legal vocês participarem, darem suas opiniões sobre a questão, de como veem isso. Gostaria muito de saber o que vocês acham a respeito do assunto. Qual é a opinião de vocês?

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13 Comentário

  • As empresas estão sendo beneficiadas pq muitos funcionários trabalham sem registro, recebem apenas um valor fixo sem registro, para usufruir do seguro desemprego. Mal sabem que estão ficando no prejuízo pq não estão garantidos pela CLT nesse período, ficando sem direto a férias, 13°, fgts e aviso prévio se for demitido; além de perder esse tempo na contagem do tempo de aposentadoria.
    É preciso uma fiscalização rígida do Ministério do Trabalho para os casos de concessão desse benefício, que pode estar sendo usado de forma errada, em prejuízo dos cofres públicos e dos trabalhadores.
    O seguro desemprego deveria ser pago pelas empresas que evitariam demitir sem motivos, reduzindo também os gastos públicos.

  • Renata, tudo bem?

    Acho que vale a pena você dizer a todos seus eleitores (como eu) como você votou esse (e outras matérias) e justificar o seu voto.

    Assim melhora ainda mais a transparência entre o político e seus eleitores.

    Na minha opinião os parlamentares tem a obrigação de assumir posições e falar a respeito delas.

    Um abraço

    Marcelo

  • O ajuste é necessário porque nosso dinheiro bancou a reeleição conseguida através de desvarios na gestão.
    Por que o Fundo Partidário não só é imune ao ajuste?
    Pelo contrário, teve a verba triplicada!!!!!

  • Quem protesta é porque não tem o poder e quem tem o poder manipula as massas a bel prazer. Indiferentemente de minhas poucas aspirações, o resultado dessa falácia no governo é por causa dos altos índices de corrupção ativa e passiva, que chega à casa de bilhões de reais, ou mais. Tem que cortar na carne do povo, aliás o povo sempre paga as contas do governo. Então, o use de bom senso e segue o teu coração ou o sistema que esta aí, na vanguarda dos partidos de esquerda progressista, que, para mim, é um sonho dourado, que, na realidade é bem outra coisa. Enfim, cada povo tem o governo que acha que merece. E assim mesmo tivemos Collor ou temos agora Dilma e assim caminha a humanidade em desenvolvimento social político e econômico. Pede pro Lula não ficar nervoso, é só corrupção, nóos entendemos, isso tem no mundo todo, mas também gera suas consequências, lei da fisica: causa e efeito. Isso é normal

  • A FAVOR DO AJUSTE FISCAL! SEMPRE!!!! O PROBLEMA É QUE O GOVERNO NAO CORTA NA CARNE.

    1. REDUZIR OS MINISTÉRIOS,
    2. ACABAR COM OS CARGOS COMISSIONADOS, SOMENTE CONCURSADOS
    3. AUMENTAR A IDADE MINIMA DE APOSENTADORIA,
    4. REDUZIR OS GASTOS CORRENTES
    5. ACABAR COM O BOLSA FAMILA
    6. ACABAR COM QQ SUBSIDIO PUBLICO

    RESUMO: R E D U C AO DO TAMANHO DO ESTADO

    • Discurso neo-liberal.

  • Prezada deputada,

    No mérito, as propostas são válidas. Por um lado, o princípio da responsabilidade fiscal prega a necessidade da redução de gastos. Por outro, é uma falácia de que se trata de prejudicar o trabalhador. Vários benefícios – não só estes dois em questão – carecem de revisão de parâmetros há décadas, apresentam distorções reais. Posso citar os “profissionais do seguro-desemprego”, gente que trabalha 6 meses por ano para poder viver do governo nos outros 6.

    O motivo para rejeitar as transformações das MPs em lei é a postura do PT e os efeitos que esta postura terá sobre a sua reputação.

    O PT elegeu a presidente prometendo não mexer em direitos trabalhistas (não entro aqui no mérito de serem tais “mexidas” justas ou não). Uma vez eleito, propõe a “redução de benefícios”, mas no Congresso se diz contrário, e joga a responsabilidade (e a culpa) na base aliada.

    Ou seja, quem vota pelas MPs é taxado de ser contrário aos trabalhadores, ajudando a bandeira do partido PT ao mesmo tempo em que ajuda o governo PT a fazer o contrário.

    Não é um risco que vale a pena ser corrido.

    Desejo-lhe muito boa sorte.

    Att.,
    Pedro

  • Minha opinião sobre o seguro desemprego deve haver modificação sim, porque diversas pessoas que têm algum tipo de comércio ou outro ramo de negócio estavam registrando seus parentes, pagando um INSS baixo, em virtudes da microempresa e demitia seus parentes para receberam o seguro desemprego, ou seja, fazendo desse programa um ramo de negócio.

    Quanto ao ajuste fiscal, não sei os seus tópicos, mas alguns que mexam com os trabalhadores brasileiros, esses sim, devem ser modificados.

  • Eu sou contra esse ajuste fiscal, pois ele versa sobre os direitos dos trabalhadores, concordo que o governo deva reduzir gastos. Porém, se a presidente disse na campanha que não iria reduzir os direitos trabalhistas então não pode reduzir. Como acreditar numa presidente que não cumpre a própria palavra?. Se ela quer reduzir gastos tem muitos lugares de onde tirar dinheiro, ela deve assumir o ônus, cortar o número de ministérios, tornar a máquina pública mais eficiente.

  • Olá, Renata aqui é o William Tião de Santa Bárbara D’Oeste, acredito que se deve dar apoio ao ministro Levi e ajuda-lo a tentar ajustar as contas do Governo, afinal o problema está ai, e tem que ser resolvido, eu como uma liderança que te ajudou estar ai, te parabenizo por ouvir a opinião de seus eleitores, e pense nisso o Brasil está desacreditado, o Brasil precisa voltar a crescer, o reajuste fiscal tem que ser já.

    Abs!

  • Prezada Deputada:

    Certamente o Governo ano passado fez muitas “besteiras” e a gastança correu solta. Este ano a situação está crítica. Com este ajuste fiscal o governo cortou cerca de R$ 18 bi em direitos trabalhistas e se aprovado confirmará que quem paga a conta somos nós trabalhadores. V. Excelência poderia cobrar do governo o corte de despesas, cortando os “Reais” nos 39 Ministérios existentes, ou seja, o Governo tem que cortar na própria carne e nos gastos excessivos de um governo inchado. Estamos pagando uma conta muito alta por causa da irresponsabilidade fiscal e da incapacidade administrativa do presente governo.

  • Eu sou a favor.
    O governo bagunçou toda a economia e abriu um buraco nas contas, mas goste ou não disso, alguém tem que ajeitar as finanças de algum jeito. Além do mais, o prazo é só pro primeiro emprego, quem já precisou do benefício antes vai ter menos tempo de carência.
    Quem já tem emprego a muito tempo, e portanto depende desta renda para o próprio sustento, já cumpriu o tempo de carência e pode receber o benefício. O prazo só vai “prejudicar” aqueles, principalmente jovens, que acabaram de entrar no mercado de trabalho, e portanto tem maiores condições de se apoiar em familiares ou amigos, e consegue se recolocar mais fácil que os mais velhos.

  • Só tem direito se for DEMITIDO, então, se ocorre demissão sem justa causa, o trabalhador é o que sofre? As demissões são por culpa da CRISE ECONÔMICA, e ai mais gente irá sofrer. Por analogia pode usar o bolsa família que é recebido SEM QUALQUER TEMPO PARA TERMINAR, oficialmente.
    O seguro desemprego é PROPORCIONAL ao salário e tempo de contribuição, lembrando que o dinheiro sai do DA COTA DO FGTS. E nos dias atuais, o governo retirou dinheiro do FGTS para usar no BNDES e sabemos que os contratos do BNDES são obscuros e até fraudulentos. Deputada, NÃO a mudança do FGTS, Abraços

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