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Que surjam mais 300, 600 e 900…

Gente, amei conhecer e conversar com os integrantes do Grupo 300, envolvidos com o mandato do Caio Cunha, participando ativamente da atuação dele na Câmara dos Vereadores de Mogi das Cruzes. Não deixem de ler o post abaixo (Grupo 300, você precisa conhecer!). Vale muito a pena! Eles são tão engajados politica e socialmente que não me deixaram sair do nosso encontro sem saber o que penso sobre Reforma Tributária, sem detalhar meu projeto de Educação, sobre renovação política e, principalmente, sobre o nosso Podemos, que atua exatamente como eles, com representados e representantes atuando e decidindo juntos a posição de nossa bancada no Congresso sobre as principais questões em votação. Hoje eles são 300 em Mogi das Cruzes, mas eu sonho com o dia em que seremos milhões de brasileiros engajados, fiscalizando, cobrando, sugerindo e propondo soluções para melhorar o nosso Brasil. Vamos trabalhar muito para que esse dia logo chegue. Só depende de cada um nós.

Grupo 300, você precisa conhecer!

Nessas minhas andanças pelo Estado de São Paulo tenho conhecido iniciativas maravilhosas, que vêm de encontro com o que eu penso e como conduzo o meu mandato de deputada federal e o próprio Podemos, com transparência, mais ações de democracia direta e participação popular. Uma dessas iniciativas fantásticas é o Grupo 300, de Mogi das Cruzes, que leva ao pé da letra que a ‘política, quando feita por pessoas, também é feita para pessoas’.

O 300 surgiu no mandato colaborativo do vereador Caio Cunha. Reúne homens e mulheres de diferentes bairros, classes sociais, profissões e idades, unidos e contribuindo com suas vivências e habilidades para ações de transformação social. Assim como fazemos no nosso Podemos, eles também se separam por grupos de interesse para debater Educação, Tecnologia, Meio Ambiente, Participação e Transparência, entre outros segmentos.

Com participação ativa na atuação do parlamentar na Câmara dos Vereadores, esse grupo atua fiscalizando, questionando, dando ideias e soluções para os desafios da cidade.  É a aproximação de representados e representante fazendo a política que eu tanto defendo. O 300 define bem o que é engajamento social para cocriar (criar em união, em conjunto) a política e a gestão governamental, em busca de melhorias para todos, transformando o cidadão em agente de mudanças.

Isso é mandato coletivo, isso é mandato colaborativo. Isso é mandato compartilhado.

 

Ruim de baliza? Eu?

O Lauro, meu motorista amado, fica cuidando do meu filho Rafinha, 5 anos, enquanto eu toco minhas reuniões pelo Interior de São Paulo. Resolvi, então, dar uma folga de volante pra ele e eu peguei na direção. Só porque estacionei o carro tortinho, com um pneu em cima da calçada, minha equipe passou o dia me zoando. Pô, gente, fazia tempo que eu não dirigia (snif, snif).

Mais um flagrante

Peguei o Lauro, meu motorista, jogando sinuca!!! Tudo bem, é preciso mesmo relaxar um pouco, não é fácil esse nosso ritmo. Mas bem que ele poderia ser menos ruim, não acertou uma bola na caçapa!!! Ainda bem que ao volante ele é um baita piloto.

Empenhadíssimo

Esse é meu filho!!! Acho que foi picado pelo mosquitinho da política. Está empenhadíssimo! Ele mesmo pega meus encartes de prestação de contas, aborda as pessoas, entrega o material e diz “vota na mamãe, hein?”. Lindinho esse meu Rafinha!

Nude atrás do carro

E o meu querido Fadel até que tentou se esconder, mas eu flagrei. Como a correria é grande, mal dá tempo de a gente se ajeitar um pouco do amassado de horas na estrada. Numa das paradas, ele foi atrás do carro e trocou de camisa. Mas eu vi, fotografei e registro aqui. Hahahaha

Casaco de pelos

Como todos já sabem, estou percorrendo o Interior de São Paulo, cumprindo intensa agenda de reuniões políticas. E também sabem que trouxe meu filhinho, Rafinha, comigo. Fadel, o nosso pré-candidato a deputado estadual que nos acompanha nessa maratona pela região onde mora, comentou que tem um gatinho. Foi a deixa pro Rafinha arregalar os olhos de felicidade. Ele adora gato e faz tempo que me pede um (já tenho dois cachorros). O Fadel, então, levou meu menino à sua casa. Os dois demoraram uma eternidade pra voltar. Quando regressaram, o Rafinha estava com um sorriso de orelha a orelha e o Fadel cheio de pelos no casaco e com uma escova pra tentar dar um jeito na roupa (kkkk).

Fair play!

Sabem qual é a minha maior preocupação nestas eleições? É o nível dos debates, das discussões, dos bate-bocas. Não me preocupo apenas em relação aos candidatos, mas entre os eleitores, entre os cidadãos. Se olhar atentamente os comentários em sites de notícias ou nas redes sociais, qualquer reportagem sobre Fulano ou Sicrano ou sobre partido X, Y ou Z vem acompanhada de uma enxurrada de impropérios, desaforos, ataques pesados, carregados de ódio e até de ameaças. Amigos se ofendem mutuamente em defesa deste ou daquele candidato, subindo a temperatura a níveis tão intoleráveis que, não raramente, rompem a amizade (talvez nem sejam tão amigos assim) e partem para a inimizade. Um explosivo barril de baixaria. Cada um tem a sua opinião, tem a sua preferência eleitoral, e democracia é a arte de dialogar respeitosamente com quem pensa ao contrário. O mesmo se aplica aos candidatos, que eles mantenham a disputa no campo das propostas e dos projetos. Já vivemos num mundo tão intolerante e raivoso, façamos, então, destas eleições uma disputa fair play.

Analisem os candidatos

Oi, amigos, as eleições estão aí. Podemos dizer que o assunto está na boca de todo mundo. Amanhã já teremos o primeiro debate na TV (22h, na Band), uma ótima oportunidade para saber o que cada presidenciável defende. É importante a partir de agora prestar muito atenção na movimentação dos candidatos, o que dizem, o que propõem, seu passado, seu presente. É o futuro do Brasil em jogo, e todos nós sabemos que o país precisa se reerguer, sair do fundo do poço e recuperar sua pujança, devolvendo ao povo a alegria, a segurança e a confiança que algo será feito para a retomada do crescimento socioeconômico, com a recuperação do emprego e da renda dos brasileiros. É neste período que o eleitor precisa mostrar sua maturidade e escolher o melhor projeto de governança e de governabilidade. E o melhor projeto é, e sempre será, aquele que inclui o povo no palco das discussões. Se não for assim, continuaremos a retroceder como Nação. Não queremos isso, né?

Meu cabo eleitoral preferido!

Ah, meus amigos, quem mais sofre em ano eleitoral é meu filho caçula, o Rafinha, 5 anos. Morre de saudade e do colinho desta mãe. Com agendas lotadas, viagens para Brasília, Minas, Curitiba e interior de São Paulo, muitos dias longe de casa, acabei fazendo uma loucura antes de seguir em mais uma viagem rodoviária pelo Estado. Hoje, na porta da escola, derreti ao vê-lo chorando. Não pensei duas vezes, coloquei ele de volta no carro, de uniforme escolar mesmo, e o levei comigo. Serão dois dias de estrada, mas eu ganhei um maravilhoso mini cabo eleitoral. Ele aprendeu a pedir voto direitinho (rsrs). Antes que alguém fale em exploração de trabalho infantil, Rafinha foi muito bem remunerado: ganhou milhões de beijinhos, apertos gostosos e chamegos!!! 😍

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